Outras informações

» A cidade da Covilhã

O passado da Covilhã remonta aos tempos da romanização da Península Ibérica, quando foi castro proto-histórico, abrigo de pastores lusitanos e fortaleza romana conhecida por Cava Juliana ou Sília Hermínia. Quem mandou erguer as muralhas do seu primitivo castelo foi D. Sancho I que em 1186 concedeu Foral de Vila à Covilhã. Mais tarde, foi D. Dinis quem mandou construir as muralhas do admirável bairro medieval das Portas do Sol. A expansão para além-mar iniciou-se com a conquista de Ceuta em 1415. Personalidades da Covilhã como Frei Diogo Alves da Cunha, que se encontra sepultado na Igreja da Conceição, participaram no acontecimento. A presença de covilhanenses em todo o processo prolonga-se com Pêro da Covilhã (primeiro português a pisar terras de Moçambique), João Ramalho, Fernão Penteado, Beato Francisco Álvares, Frei Pedro da Covilhã entre outros. Personagens estes que marcaram profundamente a história de Portugal.
As duas ribeiras que descem da Serra da Estrela, Carpinteira e Goldra, atravessam o núcleo urbano e estiveram na génese do desenvolvimento industrial. Elas forneciam a energia hidráulica que permitiam o laborar das fábricas. Junto a essas duas ribeiras deve hoje ser visto um interessante núcleo de arqueologia industrial, composto por dezenas de edifícios em ruínas. Nos dois locais são visíveis dezenas de antigas unidades, de entre as quais são de referir a Fábrica-Escola fundada pelo Conde da Ericeira em 1681 junto à Carpinteira e a Real Fábrica dos Panos criada pelo Marquês de Pombal em 1763 junto à ribeira da Goldra. Esta é agora a Sede da Universidade da Beira Interior na qual se deve visitar o Museu de Lanifícios, já considerado o melhor núcleo museológico desta indústria na Europa.
A cidade da Covilhã situa-se na vertente oriental da Serra da Estrela a cerca de 700 metros de altitude.
Desde 1851 que é constituída por quatro freguesias urbanas: São Martinho, São Pedro, Santa Maria e Conceição. A Covilhã foi, finalmente, elevada à condição de cidade a 20 de Outubro de 1870 pelo Rei D. Luís I, por ser "uma das villas mais importantes do reino pela sua população e riqueza".

Por todos estes motivos, vale a pena visitar-nos!

Fonte: Turismo Covilhã

» Que Visitar

O primeiro ponto de visita do nosso passeio pela Covilhã é a Praça do Município, onde podemos visitar os Paços do Concelho, o Teatro e a Igreja da Misericórdia. Nesta Praça, onde também se situa um monumento de homenagem à viagem de Pêro da Covilhã ao Oriente, encontrar-se-ia o Pelourinho. Daqui desça pela Rua Visconde da Coriscada e depois suba pelas escadas de São Tiago.
Passe a Igreja de São Tiago, siga a Rua Capitão Alves Roçadas e desça pela Rua do Forno até à Calçada de São Silvestre.
Pela Rua Marquês D'Ávila e Bolama desça até à Capela de São Martinho. Este imóvel classificado data do período românico e apresenta azulejos moçárabes do século XII.
Um pouco mais à frente encontramos o Arco do Quartel, que une os edifícios que albergaram a Real Fábrica de Panos, fundada em 1763, pelo Marquês de Pombal, e onde, actualmente, funciona a Universidade da Beira Interior.
O Museu de Lanifícios é ponto de vista obrigatório para o conhecimento profundo da importância desta indústria na cidade para saber de que forma esta se repercutiu no modo de vida destas gentes.
Volte um pouquinho atrás para subir pela Calçada de São Martinho, virar para a Rua Conselheiro Santos Viegas, Rua dos Namorados e depois para a Rua Comandante Gomes Correia, num passeio pela parte mais antiga da cidade. Siga depois pela Rua Capitão João de Almeida até à Igreja do Calvário. O interior deste templo está revestido de talha dourada do século XVI. Daqui desça a Calçada de Santa Cruz, siga pela Rua Pedro Álvares Cabral, Rua do Castelo e depois Rua do Senhor da Paciência onde, na esquina perto da Igreja Matriz, se encontra um brasão.
Actualmente apenas vestígios dos panos da muralha do Castelo da Covilhã podem ser observados, perto da zona da Igreja do Calvário.
Nas ruas estreitas da zona mais antiga da cidade encontra-se a Igreja de Santa Maria Maior. Esta é uma construção oitocentista, mas cuja fachada foi coberta por azulejos nos anos 40. A Casa dos Ministros, ali perto, do século XVII, actual Ecoteca, é uma das provas mais evidentes do desenvolvimento de que a cidade foi alvo durante o período de monarquia dualista.
Desça pela Rua 1º de Dezembro que desemboca nas traseiras da Câmara Municipal.
Pela Rua Ruy Faleiro, Azedo Gneco e Fernão Penteado, chega-se ao Jardim Público e Igreja de São Francisco. Pode visitar-se esta igreja que data do século XIV. No interior, o altar-mor é em talha dourada do século XVI. Em frente, o Jardim Público tem um varandim com uma vista espectacular. Junto deste situa-se o Palacete Jardim com características de Arte Nova. Pela Rua Combatentes da Grande Guerra e Rua Comandante Veiga regressa-se à Praça do Município.

Fonte: Turismo Covilhã

» Nos arredores:

ROTA DA LÃ
As zonas industriais do Tortosendo e Canhoso dão ainda, de certa forma, vida à indústria que sustenta as gentes da Covilhã. Centro da produção nacional dos tecidos da lã, a Covilhã desde sempre foi ponto de passagem dos rebanhos transumantes que rumavam à Estrela à procura de melhores pastos. Num concelho de cenários diversos mas com um ponto comum - as actividades ligadas à agricultura e pastorícia - vamos percorrer as estreitas estradas de montanha ao encontro das memórias de uma indústria antiga e cada vez mais actual.

Fonte: Turismo Covilhã


ROTA DAS 25 LAGOAS
Junto ao ponto mais alto de Portugal Continental, em pleno Parque Natural da Serra da Estrela, a natureza oferece um conjunto único de lagoas. São os espelhos de água a maior altitude existentes no todo nacional. Geralmente de origem glaciária, as 25 Lagoas permitem criar trilhos pedestres originais, próprios para as épocas quentes de Verão. Aproveite esta vista plo Parque Natural da Serra da Estrela e visite a Torre ou deixe-se encantar pelas vistas oferecidas pelo Covão Cimeiro e o Covão da Ametade.

Fonte: Turismo Covilhã e Turismo Serra da Estrela


ROTA DOS VALES GLACIARES
Únicos em Portugal, os Vales Glaciários da Serra da Estrela são hoje a montra de como a glaciação deixou os melhores testemunhos.
Estas rotas permitem observar o local de origem do glaciar (a cúpula do cimo da montanha), os vales desenhados pelas várias línguas de gelo e os depósitos deixados por esta massa de gelo em movimento.
Aproveite e desfrute também da fantástica vila de Manteigas.

Fonte: Turismo Covilhã


MINAS DA PANASQUEIRA
Diz-se que nenhuma viagem é definitiva e que todas elas, pela surpresa da descoberta, podem sugerir bons regressos. Se o viajante vai à procura de encher a memória de instantes surpreendentes, aqueles momentos que às vezes, no caminhar dos dias, nos assaltam como referências que o tempo não apagou de todo, então as Minas da Panasqueira são o destino certo.

Fonte: Turismo Covilhã


BELMONTE, SORTELHA E MONSANTO
Belmonte e a vizinha Covilhã, apesar de situados no interior de Portugal estão conotados como poucas regiões portuguesas com os Descobrimentos marítimos Portugueses. A comunidade de Belmonte abriga um importante facto da história judaica sefardita, relacionado com a resistência dos judeus à intolerância religiosa na Península Ibérica. Nesta cidade encontra-se o Museu Judaico de Belmonte, o primeiro do género em Portugal, que mostra as tradições e o dia-a-dia dessa comunidade
Sortelha localiza-se na Beira Alta, na zona raiana, e pertence ao concelho do Sabugal. É essencialmente uma aldeia medieval onde as pesquisas arqueológicas realizadas durante os trabalhos no âmbito do Programa das Aldeias Históricas vieram pôr a descoberto inúmeras sepulturas antropomórficas localizadas, sobretudo, em volta da igreja Matriz.
Monsanto (ou Monsanto da Beira) é uma freguesia portuguesa do concelho de Idanha-a-Nova. Vecinha da fronteira com Espanha, e considerada uma das Aldeias de Portugal, sendo que nas últimas décadas, Monsanto tornou-se popularmente conhecida como "a aldeia mais portuguesa de Portugal",

Fonte: Turismo Serra da Estrela

DATAS IMPORTANTES
» 14 de outubro de 2013
limite para submissão de resumos
» 28 de outubro de 2013
nova data limite para submissão de resumos
» 4 de novembro de 2013
Confirmação da aceitação das comunicações
» 11 de novembro de 2013
Data limite para inscrição no Encontro a preço reduzido
» 2-4 de Dezembro de 2013
8º Encontro Nacional de Cromatografia